Moro na agitação da cidade, mas sempre gostei muito do interior, o campo, as árvores. Nada de trânsito, buzinas ou gritaria. Só paz e passarinhos...
Paz, passarinhos e o fazendeiro vizinho.
Apesar da distância entre as fazendas ele constantemente vem aqui tratar negócios com meu pai e geralmente traz seus dois filhos com ele. Um lindíssimo – caçula de olhos verdes e um sorriso de derreter corações – o outro, super gostoso – um pouco mais moreno, com braços fortes e um peitoral. Uau!
Mas o pior, e nem sei explicar direito, é que prefiro o pai deles. Ele deve ser cinqüentão, como meu pai, cabelos grisalhos, barba também grisalha sempre bem feita, aquela barriguinha típica, mãos grandes e um volume entre as pernas que me atiça loucamente.
Eita família deliciosa... Tenho que experimentar pelo menos um dessa linhagem.
Acordei depois das dez horas da manhã disposta a fazer trilha, mas depois do café reforçado que tomei fiquei com uma preguiça secular. Vesti um biquíni branco de cortinha em cima e em baixo, enrolei uma canga trançada nos quadris e fui deitar-me embaixo de uma árvore próxima a casa.
Forrei uma esteira, sentia ventinho soprando meus cabelos. Tentei ler um livro, mas minha mente imaginava os deuses... Um por um... Cada um com sua beleza, me servindo, fazendo minhas vontades... Estava completamente excitada. Passava a mão pela minha bocetinha, estava encharcada, eu a acariciava levemente por cima do biquíni, estava quente, os biquinhos dos meus seios estavam arrepiados, senti o grelinho durinho na ponta dos meus dedos.
Respirei fundo. Tentei ler um livro para me distraí, fiquei curtindo as pequenas frestas de sol que passavam por entre galhos do Juá e rindo do cachorro que, como louco, rolava pela grama e corria atrás das rolinhas que pousavam.
“Nada de rolinha para mim”. Isso é o que minha bocetinha dizia pulsando presa dentro da minúscula calcinha. E assim fiquei...
- Ola, menina Flávia!
Assustei-me com uma voz rouca atrás de mim. Acho que cochilei. Olhei na direção da voz e fiquei atônita, meu corpo se arrepiou por inteiro.
- Senhor Joaquim... – O vizinho, o patriarca –. Desculpe-me não o vi chegar. – Levantei-me depressa.
- Não se preocupe. Só vim cumprimentá-la, já estou de saída. – Disse com sorriso angelical enquanto seus olhos percorriam meu corpo lascivamente.
- De forma alguma. Sente-se comigo, eu peço para servirmo-nos um suco.
- Acho melhor não, seu pai não está e meus filhos esperam-me na fazenda. – Não me controlei, olhei para o volume dentro da calça jeans, fiquei excitada e ainda mais sabendo que eu ganhava uma boa oportunidade. Hoje eu teria esse coroa gostoso.
- Ah não, Jo – toquei no antebraço dele –, posso te chamar assim? – Olhei-o nos olhos e ele revidou –. Então, Jo, é tão ruim ficar nessa fazenda sozinha, meu pai virá somente amanhã, - falava com uma voz dengosa enquanto passeava com os dedos pelo braço peludo -, bem que você poderia me fazer companhia...
Ele sem nenhum disfarce percorreu meu corpo com olhos famintos.
- Eu até poderia, mas no que um homem da minha idade seria útil para uma menina como você?
- Você consegue caminhar? – Perguntei sorrindo.
- Mas é claro!
- Então me acompanhe até a cachoeira. – Não esperei respostas, segurei-o e fiz com que me acompanhasse.
A cachoeira fica pouco mais de um quilometro mata adentro. A trilha é bem larga.
Fomos caminhando sem pressa. Conversávamos sobre mata e bichos.
Excitava-me com o contraste daquele homem, enquanto ele se expressava com voz doce e eloqüente derramava um olhar sedutor sobre meu corpo que inflamava-me de tesão.
Nem percebemos como aconteceu, passamos de conversas sobre banalidades ecológicas para palavras ousadas e picantes.
- Menina, você ta me deixando louco, é melhor voltarmos antes que eu faça algo que você não queira. – Parou à minha frente ficando a centímetros de mim. Eu ri escancaradamente. Deslizei minha língua suavemente pelos meus lábios entreabertos e falei baixinho.
- Eu só não vou gostar se tivermos que voltar. – Olhei-o direta e desafiadoramente nos olhos.
- Então você vai aprender a lhe dar com homem garota. – Falou de uma forma ríspida com os olhos serrados. Segurou meu braço com força e me levou para mata. Quase num empurrão encostou-me numa árvore troncuda.
Agarrou meus cabelos e deslizou a barba macia pelo meu pescoço.
- Eu lhe tratando como uma senhorita de respeito e você querendo ser minha puta. – Falou isso desabotoando a calça e colocando a tora rosada e inchada pra fora, levantou minha perna, afastou a calcinha pro lado e encaixou a cabeça do pau na entrada da minha gruta que minava de desejo –. Você me trouxe até aqui para fuder não foi?
Quando abri minha boca para respondê-lo senti minha grutinha sendo invadida com força. De sobressalto gritei. Tentei me conter.
- Pode gritar safada... Daqui não ouviriam nem um rugido de leão –. Com uma mão em minha cintura, a outra enlaçada aos meus cabelos segurava minha nuca e metia seu mastro dentro da minha bocetinha. Com o aval, eu gemia e rebolava com as estocadas fortes. A língua dele passeava dentro da minha boca, eu a chupava e mordia seus lábios.
- Aaaai meu gostoso, eu vou gozar – disse num sussurro rouco rebolando mais rápido agarrada naquela bunda gostosa.
Meu corpo estremeceu por completo, minhas pernas bambearam. Ele começou estocar mais forte e rápido. Os gemidos dele ainda deixam-me excitada. Logo senti o jato quente dentro da grutinha inundando-me. Nos beijamos novamente e não menos intensamente.
Depois do nosso gozo, nos olhamos e rirmos como bobos pelo feito animal. Dois bichos selvagens.
Voltamos a nossa caminhada rumo às águas... Sentia nossos gozos escorrendo por minhas pernas enquanto andava.
Mergulhei tentando me refrescar do calor causado pelo forte e impiedoso sol e pelo tesão que aquele homem provocava em mim.
Dentro d’água tiro meu biquíni e jogo para o Jo pedindo para que entre também. Ele obedece e entra nu na água.
Nos tocamos, nos amassamos e nos beijamos muito dentro da água que estava muito mais quente que inicialmente... Nadamos até a orla lajeada, ele se deita e seu mastro fica rijo ao ar a minha espera, começo a chupá-lo, aproveitando o mel que sempre brota daquele caralho gostoso. Sugo-o todo pra dentro da minha boca, acaricio os bagos macios e suas coxas cabeludas, sempre o olhando nos olhos. Ele geme e morde o lábio inferior.
Continuo chupando, passando minha língua por todo aquele corpo venado. Ele não permite que eu me deleite com seu leitinho quente que estava prestes a encher minha boquinha gulosa.
Coloca-me de costas sobre pedra separando minhas pernas. Começa a estocar minha chaninha melada com força arrancando-me um gemido escandaloso. Sorte que estávamos a sós. Mas as aves que repousavam em copas próximas voaram desvairadas. Coitadas...
Ele mete lenta e vigorosamente seu mastro em minha boceta quente, sinto seu escroto batendo suavemente em minha bundinha. De repente ele para, fica de frente minha boceta examinando-a.
Sem pressa chupa meu grelinho inchado, morde meus grandes lábios e passeia por toda minha boceta, dançando até em meu cuzinho com a língua quente e devassa. Enfia seu longo dedo no meu cuzinho apertadinho, ainda chupando meu grelinho, rebolo acompanhando seu movimento cadenciado. Gozo assim em sua boca.
Ele devora minha boca num beijo molhado, sinto o meu próprio sabor.
Fico de quatro e peço.
- Me foda como uma cachorrinha, meu coroa gostoso.
Com algumas estocadas ele lambuza seu pau em minha boceta gozada e mete vagarosamente em meu cuzinho, abrindo todas as preguinhas, arrepiando todos os pelinhos dourados do meu corpo. Lentamente ele entra e sai, entra e sai do meu buraquinho proibido. O ritmo aumenta. Empino mais minha bundinha. As estocadas são mais profundas. Mais fortes. Ele urra de prazer. Aperta minha cintura com força trazendo-me para mais perto.
Seus bagos surram meu grelinho, gozo novamente. Ele se debruça sobre meu corpo, apoiando seu peso em mim, segura em meus seios, acariciando-os. Toca seus lábios no meu ouvido e diz com voz rouca:
- Vou gozar no seu cuzinho minha cadelinha safada.
Ao ouvir isso novamente estremeço. Em seguida sinto seu leite quente e grosso batendo forte no fundo do meu buraquinho.
- Que puta gostosa você é! – Diz novamente ao meu ouvido.
Ele se desaba ao meu lado, ofegante e sorridente. Eu me acomodo em seu peito. Descansamos assim por longo tempo, nos acariciando.
- Vamos minha pequena, logo escurecerá e meus filhos devem estar preocupados comigo. – Me deu um beijo leve na boca. Vestimo-nos.
A caminhada foi mais lenta, os corpos estavam exaustos tanto pelo sexo quanto pelo tempo que passamos deitados na pedra.
Por toda a volta conversamos muito, incrível nossa afinidade. Quando já estávamos próximos a casa somos interpelados pelo filho mais velho dele, Hugo, o mais forte. Recebi olhares desconfiados, mas também cheios de interesse. Minha libido já impulsionou meus pensamentos para novas traquinagens.
Será que Hugo será o próximo da descendência?