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terça-feira, 16 de março de 2010

Delícias da Fazendas

Moro na agitação da cidade, mas sempre gostei muito do interior, o campo, as árvores. Nada de trânsito, buzinas ou gritaria. Só paz e passarinhos...


Paz, passarinhos e o fazendeiro vizinho.

Apesar da distância entre as fazendas ele constantemente vem aqui tratar negócios com meu pai e geralmente traz seus dois filhos com ele. Um lindíssimo – caçula de olhos verdes e um sorriso de derreter corações – o outro, super gostoso – um pouco mais moreno, com braços fortes e um peitoral. Uau!

Mas o pior, e nem sei explicar direito, é que prefiro o pai deles. Ele deve ser cinqüentão, como meu pai, cabelos grisalhos, barba também grisalha sempre bem feita, aquela barriguinha típica, mãos grandes e um volume entre as pernas que me atiça loucamente.

Eita família deliciosa... Tenho que experimentar pelo menos um dessa linhagem.

Acordei depois das dez horas da manhã disposta a fazer trilha, mas depois do café reforçado que tomei fiquei com uma preguiça secular. Vesti um biquíni branco de cortinha em cima e em baixo, enrolei uma canga trançada nos quadris e fui deitar-me embaixo de uma árvore próxima a casa.

Forrei uma esteira, sentia ventinho soprando meus cabelos. Tentei ler um livro, mas minha mente imaginava os deuses... Um por um... Cada um com sua beleza, me servindo, fazendo minhas vontades... Estava completamente excitada. Passava a mão pela minha bocetinha, estava encharcada, eu a acariciava levemente por cima do biquíni, estava quente, os biquinhos dos meus seios estavam arrepiados, senti o grelinho durinho na ponta dos meus dedos.

Respirei fundo. Tentei ler um livro para me distraí, fiquei curtindo as pequenas frestas de sol que passavam por entre galhos do Juá e rindo do cachorro que, como louco, rolava pela grama e corria atrás das rolinhas que pousavam.

“Nada de rolinha para mim”. Isso é o que minha bocetinha dizia pulsando presa dentro da minúscula calcinha. E assim fiquei...

- Ola, menina Flávia!

Assustei-me com uma voz rouca atrás de mim. Acho que cochilei. Olhei na direção da voz e fiquei atônita, meu corpo se arrepiou por inteiro.

- Senhor Joaquim... – O vizinho, o patriarca –. Desculpe-me não o vi chegar. – Levantei-me depressa.
- Não se preocupe. Só vim cumprimentá-la, já estou de saída. – Disse com sorriso angelical enquanto seus olhos percorriam meu corpo lascivamente.
- De forma alguma. Sente-se comigo, eu peço para servirmo-nos um suco.
- Acho melhor não, seu pai não está e meus filhos esperam-me na fazenda. – Não me controlei, olhei para o volume dentro da calça jeans, fiquei excitada e ainda mais sabendo que eu ganhava uma boa oportunidade. Hoje eu teria esse coroa gostoso.
- Ah não, Jo – toquei no antebraço dele –, posso te chamar assim? – Olhei-o nos olhos e ele revidou –. Então, Jo, é tão ruim ficar nessa fazenda sozinha, meu pai virá somente amanhã, - falava com uma voz dengosa enquanto passeava com os dedos pelo braço peludo -, bem que você poderia me fazer companhia...

Ele sem nenhum disfarce percorreu meu corpo com olhos famintos.

- Eu até poderia, mas no que um homem da minha idade seria útil para uma menina como você?
- Você consegue caminhar? – Perguntei sorrindo.
- Mas é claro!
- Então me acompanhe até a cachoeira. – Não esperei respostas, segurei-o e fiz com que me acompanhasse.

A cachoeira fica pouco mais de um quilometro mata adentro. A trilha é bem larga.

Fomos caminhando sem pressa. Conversávamos sobre mata e bichos.

Excitava-me com o contraste daquele homem, enquanto ele se expressava com voz doce e eloqüente derramava um olhar sedutor sobre meu corpo que inflamava-me de tesão.

Nem percebemos como aconteceu, passamos de conversas sobre banalidades ecológicas para palavras ousadas e picantes.

- Menina, você ta me deixando louco, é melhor voltarmos antes que eu faça algo que você não queira. – Parou à minha frente ficando a centímetros de mim. Eu ri escancaradamente. Deslizei minha língua suavemente pelos meus lábios entreabertos e falei baixinho.
- Eu só não vou gostar se tivermos que voltar. – Olhei-o direta e desafiadoramente nos olhos.
- Então você vai aprender a lhe dar com homem garota. – Falou de uma forma ríspida com os olhos serrados. Segurou meu braço com força e me levou para mata. Quase num empurrão encostou-me numa árvore troncuda.

Agarrou meus cabelos e deslizou a barba macia pelo meu pescoço.

- Eu lhe tratando como uma senhorita de respeito e você querendo ser minha puta. – Falou isso desabotoando a calça e colocando a tora rosada e inchada pra fora, levantou minha perna, afastou a calcinha pro lado e encaixou a cabeça do pau na entrada da minha gruta que minava de desejo –. Você me trouxe até aqui para fuder não foi?

Quando abri minha boca para respondê-lo senti minha grutinha sendo invadida com força. De sobressalto gritei. Tentei me conter.

- Pode gritar safada... Daqui não ouviriam nem um rugido de leão –. Com uma mão em minha cintura, a outra enlaçada aos meus cabelos segurava minha nuca e metia seu mastro dentro da minha bocetinha. Com o aval, eu gemia e rebolava com as estocadas fortes. A língua dele passeava dentro da minha boca, eu a chupava e mordia seus lábios.
- Aaaai meu gostoso, eu vou gozar – disse num sussurro rouco rebolando mais rápido agarrada naquela bunda gostosa.

Meu corpo estremeceu por completo, minhas pernas bambearam. Ele começou estocar mais forte e rápido. Os gemidos dele ainda deixam-me excitada. Logo senti o jato quente dentro da grutinha inundando-me. Nos beijamos novamente e não menos intensamente.

Depois do nosso gozo, nos olhamos e rirmos como bobos pelo feito animal. Dois bichos selvagens.

Voltamos a nossa caminhada rumo às águas... Sentia nossos gozos escorrendo por minhas pernas enquanto andava.

Mergulhei tentando me refrescar do calor causado pelo forte e impiedoso sol e pelo tesão que aquele homem provocava em mim.

Dentro d’água tiro meu biquíni e jogo para o Jo pedindo para que entre também. Ele obedece e entra nu na água.

Nos tocamos, nos amassamos e nos beijamos muito dentro da água que estava muito mais quente que inicialmente... Nadamos até a orla lajeada, ele se deita e seu mastro fica rijo ao ar a minha espera, começo a chupá-lo, aproveitando o mel que sempre brota daquele caralho gostoso. Sugo-o todo pra dentro da minha boca, acaricio os bagos macios e suas coxas cabeludas, sempre o olhando nos olhos. Ele geme e morde o lábio inferior.

Continuo chupando, passando minha língua por todo aquele corpo venado. Ele não permite que eu me deleite com seu leitinho quente que estava prestes a encher minha boquinha gulosa.

Coloca-me de costas sobre pedra separando minhas pernas. Começa a estocar minha chaninha melada com força arrancando-me um gemido escandaloso. Sorte que estávamos a sós. Mas as aves que repousavam em copas próximas voaram desvairadas. Coitadas...

Ele mete lenta e vigorosamente seu mastro em minha boceta quente, sinto seu escroto batendo suavemente em minha bundinha. De repente ele para, fica de frente minha boceta examinando-a.

Sem pressa chupa meu grelinho inchado, morde meus grandes lábios e passeia por toda minha boceta, dançando até em meu cuzinho com a língua quente e devassa. Enfia seu longo dedo no meu cuzinho apertadinho, ainda chupando meu grelinho, rebolo acompanhando seu movimento cadenciado. Gozo assim em sua boca.

Ele devora minha boca num beijo molhado, sinto o meu próprio sabor.

Fico de quatro e peço.

- Me foda como uma cachorrinha, meu coroa gostoso.
Com algumas estocadas ele lambuza seu pau em minha boceta gozada e mete vagarosamente em meu cuzinho, abrindo todas as preguinhas, arrepiando todos os pelinhos dourados do meu corpo. Lentamente ele entra e sai, entra e sai do meu buraquinho proibido. O ritmo aumenta. Empino mais minha bundinha. As estocadas são mais profundas. Mais fortes. Ele urra de prazer. Aperta minha cintura com força trazendo-me para mais perto.

Seus bagos surram meu grelinho, gozo novamente. Ele se debruça sobre meu corpo, apoiando seu peso em mim, segura em meus seios, acariciando-os. Toca seus lábios no meu ouvido e diz com voz rouca:

- Vou gozar no seu cuzinho minha cadelinha safada.

Ao ouvir isso novamente estremeço. Em seguida sinto seu leite quente e grosso batendo forte no fundo do meu buraquinho.

- Que puta gostosa você é! – Diz novamente ao meu ouvido.

Ele se desaba ao meu lado, ofegante e sorridente. Eu me acomodo em seu peito. Descansamos assim por longo tempo, nos acariciando.

- Vamos minha pequena, logo escurecerá e meus filhos devem estar preocupados comigo. – Me deu um beijo leve na boca. Vestimo-nos.

A caminhada foi mais lenta, os corpos estavam exaustos tanto pelo sexo quanto pelo tempo que passamos deitados na pedra.

Por toda a volta conversamos muito, incrível nossa afinidade. Quando já estávamos próximos a casa somos interpelados pelo filho mais velho dele, Hugo, o mais forte. Recebi olhares desconfiados, mas também cheios de interesse. Minha libido já impulsionou meus pensamentos para novas traquinagens.

Será que Hugo será o próximo da descendência?

segunda-feira, 15 de março de 2010

Sozinha no Motel

  Sou secretária de Carlos Benzille há três anos e amante há dois. Sempre que ele pode – e a esposa “deixa” – nos encontramos para festinhas particulares, fora, é claro, às vezes algumas rapidinhas e chupadas gulosas que dou aqui mesmo no escritório do sogro enquanto ele fala por telefone com mãe dos filhos dele.

  Hoje é meu aniversário, irei comemorar com Carlos num motel maravilho e depois irei para uma boate com as amigas – se tiver forças pra isso. Rs

  Chequei um pouco mais cedo pra preparar tudo: enchi a banheira, coloquei um espartilho vermelho, que é a cor de lingerie que ele mais gosta, saltos altíssimos, já pedi o champanhe e coloquei um jazz pra tocar; as luzes da pista de dança deixam o clima muito sexy.

  Ele está um pouco atrasado, mas deve estar chegando, sei por que sou eu quem organiza agenda dele, ele não tem nenhum compromisso pra hoje, reservei-o exclusivamente pra mim...

  Merda, por que ele ta demorando tanto?

  O telefone toca. É ele...

- Por favor, Carlos não faz isso comigo... Diz a ela que você tem uma reunião de urgência, que uns compradores japoneses chegaram e... e.. você tem que recebê-los... Seu idiota posso arruinar você, desgraçado! Não desliga Carlos, por favor, amor...

- Não me deixa aqui sozinha, droga!

  Abri o champanhe e bebi direto do gargalo, a angústia era tanta que foram meia garrafa num só gole. Uma gota gelada escapou e desceu rápida pelo meu pescoço causando-me arrepio. Já comecei a me sentir zonza e dei mais um gole que quase secou a garrafa.

  Joguei a garrafa longe a espatifando na parede e caí num choro, estava com muito ódio, queria me jogar pela janela.

  Não sei quanto tempo fiquei nesse pranto infantil de amante traída.

  Pensei em ir embora e procurar aquele pilantra na casa dele, fazer o maior barraco, arranhar a cara dele toda e... Perder o emprego...

- Que se dane esse filho da puta – gritei – e aquela mulherzinha gorda e nojenta também.

  Vou aproveitar tudo que tenho direito, hoje é o meu dia!

  Meu corpo se movia ao ritmo da música enquanto eu me olhava no espelho e lembrava-me dos homens que já possuí.

  Fábio, Alex, Gustavo, Paulo, Enrique, Márcio... E outros que nem lembro nome.

  Vi a todos como se estivessem ali comigo. Olhavam-me enquanto eu ia tirando a roupa lentamente, alguns, alisavam o monte que crescia entre as pernas e os mais assanhados já batiam uma punheta suave.

  Meus seios saltam ao decote farto, a meia 7/8 e o salto alto empinam mais minha bunda. Nunca tinha me sentido tão sexy. Aproximo-me do grande espelho, olho bem no fundo dos meus próprios olhos e vejo que mereço provar todo o tesão que guardei para aquele traste miserável.

  Passo os dedos pelo espelho embalada pela dança. Meu reflexo no espelho é minha companhia. Acaricio meu corpo, sinto minha pele macia, meus seios, meus lábios...

 Tiro corpete e deixo meus seios tocarem o frio do espelho, os biquinhos ficam tesos. Minha platéia imaginária estava ansiosa por mais, eu quero mais. Vou deslizando meus seios pelo espelho, os pressiono forte.

 Viro-me de costas, rebolo esfregando-me em meu reflexo fitando o fruto da minha imaginação e acariciando meus seios, seguro-os com firmeza passando a língua de leve sobre eles sentindo a maciez da pele aveludada e quente.

 O tesão domina-me. Volto a me virar de pressa meus olhos pingam desejo, assim como meu sexo. Meus lábios pedem... Suavemente passo a ponta da língua no espelho, num beijo solo sinto meu sabor: gélido, devasso...

  Alguns diriam que estou bêbada, outros, louca, mas, na realidade, é o desejo que domina uma fera ferida e sem pudor.

 As mais lascivas fantasias passam pela minha cabeça. Nenhuma se realizará neste momento, mas impulsionam meus movimentos.

 Um calor me perturba, meu sexo queima de tanto desejo.

 Tiro outra garrafa de champanhe do gelo e acaricio meu sexo por cima da calcinha vermelha, hum... Delírios...

- Isso piranha, esfrega gostoso...

 Arrepios, calafrios, tesão, muito tesão.

 Aproveito a hidro com água perfumada e cheia de espuma: entro de meia e calcinha. Ledo engano pensar que a água iria amenizar meu fogo, ao contrário, sentir o borbulhar das águas faz meu corpo arrepiar, tremer. Sentir a massagem em minha pele acalma o espírito e eriça a pele.

 Aliso minha bocetinha por cima da renda da calcinha afasto-a de lado e sinto calor e o mel, levo meus dedos à boca – hum – quente como um vulcão, doce como... Como uma pimenta.

 Em poucos minutos alcanço o gozo. Rápido e forte. Mais champanhe para relaxar.

 Em minha mente todos gozaram comigo enchendo a banheira de gala. O perfume da luxúria toma conta do ambiente. Sorrio sozinha.

 Coloco uma perna na borda da banheira: bebendo e vislumbrando, mais uma vez, meu corpo. Desejo-me, quero muito mais que apenas um gozo.

 Sinto um jato d’água bater na parte interna da coxa: sensação deliciosa que me deixa pronta novamente.

 Idéias libidinosas? Por que não experimentar...

 Tiro a calcinha e a jogo por cima do vidro. Ajoelho e aproxo minha boceta do jato de água. Uau! Indescritivelmente delicioso. Nunca tinha experimentado nada tão prazeroso.

 Movimento-me lentamente para frente e para trás aumentando ainda mais meu tesão. Meu corpo queima, eu gemo loucamente. Delírios frutuosos fazem minha cabeça girar. Os biquinhos dos meus seios, de tão rijos, parecem que vão rasgar.

- Vadia, safada, tesuda... Não tem homem, é? – Grito e me excito ouvindo minha voz.

 Mudo a posição: fico de quatro e deixo a água bater ora na minha boceta ora no meu cuzinho, que também implora por atenção.

 Reboloa devagar para que ambos – cuzinho e boceta – recebam os jatos de água morna. Gemendo e rebolando. Gemendo e rebolando. Minha respiração fica ofegante, os movimentos acelerados.

- Cachorra, gostosa... Goza sozinha, goza, goza!

 Meu corpo foi atingido por fortes espasmos, senti meu coração palpitar descompassadamente. Gozei! Em poucos minutos gozei. Nunca senti nada tão gostoso.

 Recostei-me e fui relaxando aos poucos. Terminei meu champanhe ali mesmo na banheira.

 Fiquei assim até senti que as energias do meu corpo estavam totalmente restabelecidas.

 Saio da banheira e visto minha roupa, tudo com muita calma, pois estou completamente embriagada, mas não pelo álcool do champanhe. O gozo deixou-me muito mais zonza que isso.

Visto cada peça de roupa me fitando no espelho, deslumbrando minhas curvas e minha pele morena...

Quero mais, mesmo tendo gozado como puta, eu ainda quero mais. Quero sentir um falo – nem que de borracha – rasgando minha gruta e invadindo meu anelzinho.

Mas antes que eu pudesse recomeçar o telefone toca:

- Oi, amiga... Claro, o niver é meu, não é? Mas você terá que me buscar no motel... O que aconteceu?... Aff! Ha! Ha! Ha!... Nem te conto, amiga, nem te conto.